Robert Nesta Marley, mais conhecido como Bob Marley (Nine Mile, 6 de fevereiro de 1945 — Miami, 11 de maio de 1981) foi um cantor, guitarrista e compositor jamaicano, o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, famoso por popularizar o gênero. Grande parte do seu trabalho lidava com os problemas dos pobres e oprimidos. Ele foi chamado de "Charles Wesley dos rastafáris" pela maneira com que divulgava a religião através de suas músicas. Bob foi casado com Rita Marley, uma das I Threes, que passaram a cantar com os Wailers depois que eles alcançaram sucesso internacional. Ela foi mãe de quatro de seus doze filhos (dois deles adotados), os renomados Ziggy e Stephen Marley, que continuam o legado musical de seu pai na banda Melody Makers. Outro de seus filhos, Damian Marley (vulgo Jr. Gong) também seguiu carreira musical.
Juventude
Bob Marley nasceu em 6 de fevereiro de 1945 em Saint Ann, no interior da Jamaica, filho de Norval Sinclair Marley, um militarbranco, capitão do exército inglês e Cedella Booker, uma adolescente negra vinda do norte do país. Cedella e Norval estavam de casamento marcado para 9 de julho de 1944. No dia seguinte ao seu casamento, Norval abandonou-a, porém continuou dando apoio financeiro para sua mulher e filho. Raramente os via, pois estava constantemente viajando. Após a morte de Norval em 1955, Marley e sua mãe se mudaram para Trenchtown, uma favela de Kingston, onde o garoto era provocado pelos negros locais por ser mulato e ter baixa estatura (1,63 m). Bob teve uma juventude muito difícil, e isso o ajudou a ter personalidade e um ponto de vista bastante crítico sobre os problemas sociais.
Um dos primeiros contatos do povo brasileiro com o reggae ocorreu ao final dos anos 60, em uma apresentação de Jimmy Cliff em um dos Festivais Internacionais da Canção
Na década de 1970 músicos brasileiros como Gilberto Gil e Jorge Ben Jor são influenciados em suas carreiras pelo ritmo marcante do reggae. Experiências com o reggae foram tentadas por Jards Macalé, Luís Melodia e outros mais, mas foi Gilberto Gil quem levou mais a sério a influência do ritmo jamaicano, realizando um projeto, que vendeu mais de 500 mil cópias, o compacto “Não Chores Mais”, versão em português do sucesso “No Woman, No Cry” do Rei do reggae Bob Marley.
À partir daí, o reggae começa a se espalhar pelos festivais de música nos estados do Pará, Maranhão e na Bahia, caindo rapidamente na graça dos moradores de tais regiões. Simultaneamente, em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo o reggae ganha espaço em alguns bailes realizados na periferia das cidades.
Em 1980, o já proclamado “Rei do Reggae”, Bob Marley vem ao nosso país e promete voltar com o grupo Inner Circle para uma grande turnê por toda a América Latina. Na mesma época, Peter Tosh se apresenta com grande sucesso no Festival de Jazz de São Paulo. O reggae começa a despontar no país e está prestes a invadir todo o território brasileiro, quando a acontece a tragédia: O Rei Bob Marley morre de câncer aos 36 anos, no dia 11 de maio de 1981. Para muitas pessoa, a morte de Marley é a morte do reggae.
Gilberto Gil realiza uma excelente turnê pelo país junto com Jimmy Cliff, mais nem mesmo o sucesso alcançado pela turnê consegue convencer os donos das rádios de que o reggae não morreu. Uma revista da época cria um artigo crítico sobre a turnê, dizendo algo como “agora que o reggae morreu, ele chegou ao Brasil”. Os discos de reggae param de chegar ao país como antes. Parece mesmo ser o fim do reggae. Marginalizado, o reggae se recolheu ao underground.
Contrariando as expectativas, o reggae não fica parado. Começam a surgir as primeiras bandas e fã-clubes brasileiros. Marco Antônio Cardoso funda o Fã-Clube paulista de Bob Marley e Mariano Ramalho o carioca. Em Belo Horizonte Mauro França cria mais um Fã-Clube de reggae. Em Recife surge o grupo Karetas. Edson Gomes com grande sucesso na Bahia e Luís Vagner, Jualê e os Walking Lions em São Paulo começam suas carreiras artísticas no mundo do reggae.
À partir da segunda metade dos anos 80, surgem outras grandes bandas de reggae, impulsionadas pelo estouro do grupo Os Paralamas do Sucesso, que sempre tiveram grande influência do reggae em suas músicas. No maranhão surge umas das bandas de maior sucesso no cenário do reggae brasileiro, a Tribo de Jah, liderada pelo seu vocalista e radialista Fauzi Beydoun, que junto com outros radialistas como Carlos Nina e Ademar Danilo, entre outros, ajudam o reggae a crescer pelo país através dos programas de rádio.
Nos anos 90, os shows de reggae internacionais voltam a acontecer em nossas terras, graças aos esforços de muitos batalhadores que não medem esforços para mostrar que o reggae ao vivo tem mercado em nosso país. Surgem bandas como Cidade Negra e Skank, que levam o reggae para outros públicos, espalhando assim o ritmo por diferentes grupos de pessoas, conquistando grande sucesso em território nacional e iniciando carreiras internacionais. O cantor Edson Gomes e a banda Tribo de Jah também ganham destaque por levarem grandes públicos aos seus shows.
Começam a surgir grandes bandas de reggae e o ritmo cresce a cada dia no país. Muitos citam como a maior banda de reggae brasileiro a banda Natiruts (inicialmente chamada de Nativus, mudando seu nome em seguida), dona de grandes sucessos que estouraram nas rádios e que são muito conhecidos e tocam regularmente nas rádios até os dias atuais. Podemos citar também a banda Maskavo (inicialmente Maskavo Roots), que embalado pela voz de Marceleza levou grandes sucesso com Um Anjo do Céu para as rádios e para a televisão. Outras bandas, adotam um estilo de reggae raiz, como o Ponto de Equilíbrio, Leões de Israel (que recentemente realizarem uma viagem para a Jamaica) e a banda Mato Seco tem atraído grandes públicos para seus shows. Existe também o estilo de reggae que é classificado como uma versão mais pop do ritmo e que está tocando bem nas paradas das rádios hoje em dia, como Edu Ribeiro com os sucessos “Me Namora” e “Sonhos” e Armandinho e Banda com “Desenho de Deus”e “Ursinho de Dormir”, além dos já citados Natiruts e Maskavo que junto com Planta e Raiz, Cidade Negra e outras bandas tem um bom reconhecimento do público e de algumas mídias.
Também é muito comum nos dias atuais, grupos de pagode como Jeito Muleque, grupos de Micareta e Axé como Babado Novo tocarem sucessos de Bob Marley em seus shows, agitando multidões e mostrando que o reggae deve ser ouvido por todos.
A mídia ainda tem muito o que oferecer para apoiar o reggae nacional, vale ressaltar que as pessoa não devem criar barreiras, ouvindo apenas o que é divulgado no rádio e na tv, e sim ir atrás de mais músicas de artistas que estão presentes na mídia e de outras bandas menos conhecidas que podem ser encontradas facilmente na Internet e em nosso arquivo no site. Fica como dica o CD de Edu Ribeiro, contando com excelentes músicas como “Alma Negra” e “Sereia”, as músicas de Armandinho e Banda que ainda não estão nas rádios como “O Justiceiro” e “Starfix” e outras bandas como os gaúchos da Chimarruts, os cariocas do Ponto de Equilíbrio, entre outras.
Busque novos sons, novas bandas e espalhe o ritmo entre amigos e conhecidos. Vamos ajudar o reggae a crescer e ser reconhecido como o ritmo maravilhoso que é, vencendo todas as barreiras e o preconceito ainda existentes. O reggae é grande e tende a crescer cada dia mais.
Fonte :http://www.gostodeler.com.br
Por : Celiane Marques, Taís Nascimento, Jéssica Cerqueira, Lucas Alex e Júlio da Conceição.
O nome Jah é muito utilizado no Reggae, não só em letras de músicas, mas também nos nomes das canções como “Will Be Forever Loving Jah”, de Bob Marley, e até mesmo nomes de bandas brasileiras como Tribo de Jah, Jah Live, Jahcarreggae, Jah I Ras, etc, e outras bandas e artistas internacionais como S.O.J.A (Soldiers of “Jah” Army), Jah Shaka , Jah Cure, Jah Servant, I JAH MAN, entre outros. Mas a pergunta que não quer calar é: Afinal de contas, quem é JAH? Será que nós o conhecemos?
JAH NA BÍBLIA
O que poucos talvez saibam, é que JAH está mais próximo de nós do que nós mesmos podemos imaginar. Você deve ter uma bíblia na sua casa, não tem? Pois é, se você tiver uma Bíblia na versão Almeida Revista e Corrigida no Brasil, você pode encontrar no salmo 68, versículo 4, os seguintes dizeres:
“Cantai a Deus, cantai louvores ao seu nome, louvai aquele que vai sobre os céus, pois o seu nome é Já, exultai diante dele.”, ou então se for na versão do Pontifício Instituto Bíblico, a mesma passagem traz literalmente a palavra JAH, "pois o seu nome é JAH". Essa passagem pode ser ouvida na música "Grilhões", da antiga e excelente banda mineira, Rasta Joint . Essa versão da bíblia não é tão comum, na maioria vem escrito a palavra Senhor, ou Javé, ou Jeová. Na tradução em inglês, a palavra Jeová vem, em toda bíblia, descrita como JEHOVA, e simpaticamente é abreviada para "JAH".
Fonte :http://surforeggae.ig.com.br/
Por : Celiane Marques, Taís Nascimento, Jéssica Cerqueira, Lucas Alex e Júlio da Conceição.
Religião adotada pelos rastafaris que tem como principal meta a volta dos negros para à África (veja sessão rastafarianismo). Religião adotada pelos rastafaris que tem como principal meta a volta dos negros para à África (veja sessão rastafarianismo). Reggae e Religião Dados atuais mostram a aversão do povo jamaicano em relação a religião Rastafari: Há umas 3 décadas atrás 80% da população da ilha eram rastas, hoje esse valor está resumido a uns míseros 20% ... Por quê? A ingenuidade do povo está diminuindo, essa é a resposta. Em épocas remotas "indivíduos da igreja católica" vendiam aos crédulos "terrenos no céu"(um simples exemplo entre outros), com direito a uma bela vista e um lindo jardim. Hoje em dia isso é motivo para risos, mas o que me pode garantir que a situação atual em que vivemos não será também para civilizações futuras? Os rituais, as tradições e os costumes fazem com que as coisas se tornem automáticas, mecânicas, algo sem sentido...Se você me pergunta: Quem é Deus? Eu diria: É um espírito perfeitíssimo, eterno e soberano criador do céu e da terra. E você se admiraria: ÓÓÓÓÓÓÓ!!! Pois é, Deus é isso pra mim, quer dizer, eu acho, foi o que me colocaram na cabeça...eu só tinha 8 anos e nem sabia o que significava a palavra soberano!!! Pergunto: Eu sei quem é Deus? Eu senti Deus ao "decorar" essas palavras? Em analogia eu vos pergunto: Poderá um homem que nunca amou, em decorrência dessa sua carência inundar-se em livros, enciclopédias, tratados, tudo relacionado ao amor, e assim saber o que é amar? Não, não. É preciso vivenciar, sentir... Isso é o que ocorre hoje em dia: as pessoas nos implantam coisas que acham serem a verdade sem nos dar a chance de pensar ou questionar. A verdade é que a verdade não muda, ela ultrapassa as eras sem um único grão de impureza, sublime. Uma curta: "No período da colonização a igreja católica considerava o negro uma sub-raça..." Eles são do tipo faça o que eu digo mas não faça o que eu faço. Está nas escrituras: "não julgueis para não seres julgado", Mateus 7,1-10. Legal! O negro hoje em dia é igual a todos nós! Como Deus é bonzinho em "elevar" o negro a igualdade! Pergunto-lhes: Será que já não era? ...
Para se chegar ao criador não existe receita. Se existisse, do jeito que o mundo está hoje, haveria muita gente vendendo-a. É o que fazem as religiões hoje em dia. Pensam que com uns meros gritos de aleluia e certos rituais alcançarão o reino dos céus. Tenho pena desses seguidores, mais ainda de seus líderes e idealizadores (padres, pastores e simpatizantes), os chamados sacerdotes dos valores, devotos do dinheiro (veja "Oh JAH, oh JAH - Tribo de JAH ; sessão letras de músicas). Não sabem que antes de curar alguém, esta pessoa tem que curar-se. Afirmo que não estou generalizando. Não são todos doentes, existem pessoas que merecem ser tirados os "dreadlocks"(tranças rastas), mas chamaria isso de exceção... O que devo fazer para chegar ao transcendental então? Não sei dizer, pois também sou um doente. Mas por vivência e por opinião própria digo que você não precisa ir longe. Como Deus é onipresente, qual o lugar mais próximo de você ele pode estar? Dentro de você... Hoje em dia as pessoas para crerem precisam de coisas concretas, algo que possa ser provado através de fatos empíricos(conhecimento adquirido através dos 5 sentidos). Procuram nos lugares mais inóspitos. Isso porque as convém. Se você perguntar a uma criança qual fruta ela gosta mais entre maçã, morango ou goiaba ela responderá goiaba. Por quê? Por comodidade. Pela preguiça de analisar as possibilidades somos quase sempre atraídos pelo mais fácil, o que exige menos esforço, o menos trabalhoso, o mais versátil. As vezes a verdade pode estar em um leque de opções, outras nem faça parte desse ou outro conjunto universo, ou seja, seria um conjunto vazio(em analogia matemática). Assim também são os adultos ou mais conscientes (se é que posso chamar assim) em certos aspectos. Vão a uma igreja X porque rola umas gatinhas, freqüentam um culto Y porque na hora das músicas evangélicas colocam umas estilo rock, seguem uma religião Z porque a pastoral só cobra 1% de dízimo... a verdade é que estas pessoas que procuram essas "qualidades igregíferas" estão fazendo nada mais que adaptando a igreja ao seu mundo. Estão muito apegadas as coisas mundanas, juntando assim o útil ao agradável. Mas agradável a quem? A você é lógico. O correto não seria agradar a Deus?
A individualidade, o egocentrismo são também características que reinam nesse mundo cheio de iniquidade. As pessoas se esqueceram do próximo. A tecnologia, a evolução urbana fazem com que a vida torne-se uma verdadeira concorrência em que uns vencem e outros não. Independente do resultado, a verdade é que ambos caminham para a derrota. Em meio a tantos pseudo-problemas tornam-se pessoas insensíveis, coração de pedra e o que é pior: se esquecem das coisas mais simples. Não diz bom dia ao padeiro, não fala um muito obrigado, não pedem com licença... podem achar essas frases bestas e supérfluas, mas não sabem a felicidade do outro quando as escuta. Estão preocupados apenas com a sua felicidade, ocupados demais para se preocupar com os outros.
Expus aqui vários problemas que prejudicam a nossa fé e dissertei um pouco sobre a mentalidade atual. Sei que é muito fácil criticar, comentar, expor o problema, o difícil é encontrar a solução... "Viva no mundo, mas não deixe que o mundo viva em você"(OSHO). A verdade é que você deve amar. Se você não consegue amar a si mesmo, ame o próximo, ame alguém, ame algo... mas ame. Só amando você encontrará Deus. Não o procures, assim não acharás. Será como olhar para o chão e não encontrar a moeda perdida. Ela está lá, mas você não a encontra. Quando você desiste e dá o primeiro passo para ir embora acaba chutando a moeda e a encontra a esmo. Deixe fluir, não viva de expectativas e dessa forma a qualquer momento poderá sentir o amor divino. Ao senti-lo você banalizará as coisas terrenas que antes lhe pareciam importantes. Você irá sorrir. É certo que você sorri, mas irá sorrir também ao ver outro sorrindo.:) É tipo que um portal, a chave de São Pedro. Seu espírito julgativo irá embora. Você olhará as pessoas e pensará que está louco por não dar importância as coisas que elas lutam. Elas também te acharão demente. Você irá "desaparecer", sair das estatísticas, te chamarão de morto vivo, mas a verdade é que você estará mais vivo do que nunca, cheio de luz... Com toda certeza eu vos digo que não chegarás ao sublime sem provar o néctar do amor.
Certo: Você leu tudo isso e me pergunta: Que tem tudo isso a ver com Reggae? O título desta página htm não é "Reggae e Religião"? Pois é...empolgado com o tema puxei mais para um lado que para o outro. Mas...compare as frases: "O reggae quando bate você nunca senti dor"(Bob Marley); "Pancada de amor não dói" ; "Deus é amor". Siga o seguinte raciocínio matemático: chame a 1ª frase de "x", a 2ª de "y" e a 3º de "z". X e y se equivalem, visto que, assim como o amor, o reggae não dói. Y e z se equivalem, se Deus é amor e pancada de amor não dói, podemos concluir que o amor de Deus não dói, claro. Tem uma propriedade matemática que afirma: se x=y e y=z, então x=z. Observe quem é x e quem é z! Reggae é amor! Lógico que isso não passa de uma brincadeira, mas nem tanto... "O reggae é apenas entretenimento, mas pode libertar mentes e almas, dança e música com sentimento, rolando sem ódio, rolando sem traumas..."(Tribo de JAh - Não basta ser rasta). Através do reggae consigo sorrir, sentir paz de espírito. Quando escuto umas pedras sinto-me solto, relaxado...viajo. Não consigo pensar em maldade, somente coisas boas me vêm a cabeça. É um breve momento em que desapareço da terra, fecho os olhos e me esqueço das coisas externas a minha volta. Está sendo tipo que uma escada para encontrar o amor e chegar ao soberano. Em analogia comparativa aos diretórios existentes nos micros, assim estariam localizadas minhas pastas: C:\Deus\amor\reggae . Reggae: quase uma religião, melodia divina, uma Bíblia musical... Espero que você, não importa a maneira, sinta o verdadeiro amor. Descubra algo que te toque a alma, que te faça, mesmo que por um breve instante, feliz sem deixar alguém triste. Pois esse pode ser o curinga, o transporte, o que te elevará ao próximo diretório, bem próximo do diretório raiz... sugestão: Já experimentou escutar Bob Marley?
Fonte :http://surforeggae.ig.com.br Publicado por : Celiane Marques, Taís Nascimento, Jéssica Cerqueira, Júlio da Conceição e Lucas Alex.
Beyoncé Giselle Knowles (Houston, 4 de Setembro de 1981)[4] mais conhecida simplesmente como Beyoncé é uma cantora, dançarina, compositora, arranjadora vocal, produtora e atriz estadunidense, nascida e criada em Houston, no Texas.[5] Cantora desde a infância, Beyoncé chegou à fama no ano de 1997 como vocalista do grupo feminino de R&B Destiny's Child, que já vendeu mais de 50 milhões de discos no mundo inteiro.[6]
Durante a pausa do Destiny's Child, ela lançou em 2003 seu álbum de estreia, Dangerously in Love, o álbum gerou dois singles em primeiro lugar na Billboard Hot 100, teve um bom desempenho comercial e foi premiado com cinco Grammy Awards em 2004.[7] Após o termino do grupo em 2005, ela lançou em 2006, B'Day, seu segundo álbum a estrear em primeiro lugar na Billboard 200.[8] Seu terceiro álbum solo, I Am... Sasha Fierce, lançado em Novembro de 2008, também teve um desempenho comercial muito favorável, sendo certificado pela ABPD como disco de diamante.[9]
Em 2010, Beyoncé se tornou a artista feminina que mais foi premiada em apenas uma edição do Grammy Awards, sendo premiada em seis categorias das dez em que estava concorrendo.[10] Com um total de 16 Grammy Awards (13 em carreira solo e 3 com o grupo Destiny's Child), ela é um dos artistas que mais foram premiados no Grammy Awards.[11][12]
Sua carreira como atriz teve inicio em 2001, quando ela interpretou Carmen Brown, no filme Carmen: A Hip Hopera. Beyoncé atuou em outros filmes como Austin Powers in Goldmember, Resistindo às Tentações, Dreamgirls e outros. Sua atuação no filme Dreamgirls, lhe rendeu duas indicações ao Globo de Ouro nas categorias Melhor atriz em um filme, comédia ou musical e Melhor canção original por "Listen".[13]
Junto com a sua mãe Tina Knowles, ela lançou em 2004 uma linha de roupas chamada House of Deréon, Beyoncé já trabalhou para marcas como Pepsi, Tommy Hilfiger, Armani e L'Oréal. No ano de 2009, a revista Forbes a elegeu como a cantora mais rica do mundo com menos de 30 anos de idade, por ela arrecadar mais de 87 milhões de dólares no período de 2008 a 2009.[14][15]
Até o momento, Beyoncé possui cinco singles em primeiro lugar na Billboard Hot 100,[16] em sua carreira solo já vendeu mais de 25 milhões de discos mundialmente.[17]
"Holy blues"(blues religioso) é um evidente oximoro, (uma figura retórica que consiste em reunir palavras aparentemente contraditórias – paradoxo). (Dicionário Houaiss). Blues religioso é um oximoro se o blues é considerado como "a música do diabo", um principio sustentado por muitos cantores de blues "reformados" e pelos "santos" de algumas igrejas afro-americanas. O blues não é religioso e a música religiosa não é o blues. O blues celebra os prazeres da carne, enquanto que a música sagrada celebra a libertação das amarras mundanas. Um é o azeite e o outro é a água benta, não podem ser misturados. Ao menos, isso é o que alguns quiseram.
Numa época considerada como as vozes gêmeas da cultura afro-americana, as tradições gospel e blues, tendo sido julgadas gradativamente com os dois lados de uma linha divisória de caráter dual que somente pode ser atravessada deixando a alma em perigo. Temos acreditado que as escolhas dos afro-americanos eram de mútua exclusão: o blues ou a música gospel, Deus ou o Diabo, o céu ou o inferno. O cantor de blues escolhia as segundas opções, às vezes estabelecendo pactos faustianos (como, conforme ao que se diz, fez Tommy Johnson) para adquirir um domínio mais amplo da "música do diabo".
Um pouco mais sobre o Blues:
Blues
Podemos definir o blues como um estilo ou forma musical que se baseia no uso de notas baixas (graves) com fins expressivos e que mantém uma estrutura musical repetitiva.
O gênero surgiu nos Estados Unidos a partir do século XVII, quando os escravos negros da região sul faziam canções de trabalho nas plantações de algodão e outras músicas relacionadas a sua fé religiosa (spirituals). O conceito de "blues" só se tornou conhecido depois do término da Guerra Civil Americana, período em que passou a representar a essência do espírito da população afro-americana.
Provavelmente, o "pai do blues" W. C. Handy ouviu este tipo de música pela primeira vez em 1903, quando viajava e observava um homem tocando seu violão com um canivete. O primeiro artista popular do gênero foi Charley Patton, na década de 20. Posteriormente, surgiram outros nomes, como Son House, Willie Brown, Leroy Carr e Bo Carter.
Procurando melhores condições de vida e oportunidades, no incício da década de 40, uma grande parte dos negros americanos emigrou para Chicago, levando o blues juntamente com eles. Com o uso de instrumentos musicais elétricos, uma gama enorme de novas possibilidades se abriu, permitindo que os adeptos ao gênero pudessem alcançar voos mais altos.
Nesta época surgiu o primeiro músico do blues (bluesman) a ter reconhecimento fora da Inglaterra e a ter eletrificado todos os instrumentos de sua banda: Muddy Waters, o qual foi uma grande influência para famosas bandas, como The Beatles e Rolling Stones.
Ainda podemos citar o surgimento de outros importantes músicos nesse período. Alguns exemplos: Willie Dixon, com seu baixo acústico tradicional e sua voz grave, sendo considerado o "poeta do blues”; e Howlin' Wolf, guitarrista e gaitista, ficou famoso por sua voz rouca.
É impossível falar sobre o blues sem mencionar B.B.King. O “rei do blues” se consagrou em razão de ter colocado a guitarra solo como elemento central, criando um estilo de forma pura e melódica e com características únicas.
Nos anos 60, o gênero serviu de fundamento para a criação de um dos maiores estilos musicais: o rock. Elvis Presley tinha sua origem totalmente enraizada no blues. Bandas como Beatles, Rolling Stones e Led Zeppelin também foram totalmente influenciadas pelo mesmo.
Durante os anos 70, o estilo começou a perder seu espaço para outros gêneros com elementos eletrônicos, especialmente da era Disco. No início dos anos 80, as apresentações de blues começaram a ficar cada vez mais escassas, pois a própria moda da época rejeitava a sua tendência não-comercial, entrando em contraste com a fase "Dancing”.
Porém, graças ao guitarrista americano Stevie Ray Vaughan, o gênero ganhou novas forças. O músico começou a regravar clássicos e a criar sua própria marca, unindo elementos típicos do blues de Chicago, como Albert King, B.B. King e Howlin' Wolf, com o de Jimi Hendrix.
Após a morte de Vaughan, o gênero nunca mais teve a mesma força de antes, sendo gradativamente esquecido pelas massas a partir dos anos 90. Em razão do apelo comercial da indústria da música, infelizmente o blues tomou uma proporção cada vez mais restrita, algo definitivemente diferente do que se via na época de sua criação.
Música - Artes - Brasil Escola
http://www.brasilescola.com/artes/blues.htm
Postado por: Alessandro, Aline, Eristelma, Katharine, Marcos e Weslley
Música Pop é um termo usado para designar qualquer estilo da música popular americana distinguindo-se da clássica da música artística e da música folk O termo "Pop" pode se referir a qualquer gênero popularmente difundido da música americana rock, hip-hop, dance, R&B e do country, tornando essa uma categoria específica. A expressão "música pop" também pode ser usada para de referir a subgêneros particulares (dentro do gênero musical pop) que são em alguns casos referidos como soft rock, dance pop e pop rock (apenas nos Eua).
Original da década de 1960, o ritmo divide-se em dois subgêneros, o "roots reggae" (raízes do reggae) e o "dancehall reggae", que é originário da década de 1970.O reggae é constantemente associado ao movimento rastafari, que, de fato, influenciou muitos dos músicos apologistas do estilo reggae nas décadas de 1970 e 1980. Dequalquer maneira, o reggae trata de vários assuntos, não se restringindo à cultura rastafariana, como o amor, o sexo e principalmente a crítica social.
Uma das características que podem caracterizar o reggae é a crítica social, como por exemplo cantar a desigualdade, o preconceito, a fome e muitos outros problemas sociais.
Riley Ben King, mais conhecido como B. B. King, nasceu em uma plantação de algodão em 16 de Setembro de 1925 em Itta Bena, perto de Indianola no Mississippi, Estados Unidos da América.
Teve uma infância difícil – aos 9 anos, o bluesman vivia sozinho e colhia algodão, trabalho que lhe rendia 35 centavos de dólar por dia.
Começou por tocar, a troco de algumas moedas, na esquina da Igreja com a Second Street.
No ano de 1947, partia para Memphis, no Tennessee, apenas com sua guitarra e $2,50 dólares. Como pretendia seguir a carreira musical, a cidade de Memphis, cidade onde se cruzavam todos os músicos importantes do Sul, sustentava uma vasta competitiva comunidade musical em que todos os estilos musicais negros eram ouvidos.
. É um dos mais reconhecidos guitarristas de Blues da atualidade, sendo por vezes referido como o Rei do Blues. É bastante apreciado por seus solos, nos quais, ao contrário de muitos guitarristas, prefere usar poucas notas. Certa vez, B.B. King teria dito: "posso fazer uma nota valer por mil".
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Blues é uma forma musical vocal e/ou instrumental que se fundamenta no uso de notas tocadas ou cantadas numa frequência baixa, com fins expressivos, evitando notas da escala maior, utilizando sempre uma estrutura repetitiva. Nos Estados Unidos surgiu a partir dos cantos de fé religiosa, chamadas spirituals e de outras formas similares, como os cânticos, gritos e canções de trabalho, cantados pelas comunidades dos escravos libertos, com forte raiz estilística na África Ocidental. Suas letras, muitas vezes, incluíam sutis sugestões ou protestos contra a escravidão ou formas de escapar dela.
As origens
O blues sempre esteve profundamente ligado à cultura afro-americana, especialmente aquela oriunda do sul dos Estados Unidos (Alabama, Mississipi, Louisiana e Geórgia), dos escravos das plantações de algodão que usavam o canto, posteriormente definido como "blues", para embalar suas intermináveis e sofridas jornadas de trabalho. São evidentes tanto em seu ritmo, sensual e vigoroso, quanto na simplicidade de suas poesias que basicamente tratavam de aspectos populares típicos como religião, amor, sexo, traição e trabalho. Com os escravos levados para a América do Norte no início do século XIX, a música africana se moldou no ambiente frio e doloroso da vida nas plantações de algodão. Porém o conceito de "blues" só se tornou conhecido após o término da Guerra Civil quando sua essência passou a ser como um meio de descrever o estado de espírito da população afro-americana. Era um modo mais pessoal e melancólico de expressar seus sofrimentos, angústias e tristezas. A cena, que acabou por tornar-se típica nas plantações do delta do Mississippi, era a legião de negros, trabalhando de forma desgastante, sobre o embalo dos cantos, os "blues”. Há várias versões sobre aquela que é a primeira composição típica de blues, assim como seu primeiro idealizador. Diz a lenda que o autoproclamado "Pai do Blues" W. C. Handy ouviu este tipo de música pela primeira vez em 1903, quando viajava clandestinamente em um vagão de trem e observava um homem que tocava violão com um canivete.[carece de fontes?] Daí teria surgido aquele que é dito como o primeiro blues da história, St. Louis Blues. Porém o mais correto a afirmar é que o blues surgiu de uma forma mais ambiental e progressiva do que uma única canção. De fato, a instrumentalização das work songs (canções de trabalho) foi o marco inicial para o surgimento do blues como estilo de música.
O primeiro nome popular a surgir como músico específico de blues foi o de Charley Patton, em meados da década de 20. Posteriormente, na mesma época, surgiram nomes como de Son House, Willie Brown, Leroy Carr, Bo Carter, Sylvester Weaver, Blind Willie Johnson, Tommy Johnson entre outros. A princípio, a maioria das canções interpretadas eram cantos tradicionais como Catfish Blues e John The Revelator.
No final dos anos 30 e inícios dos 40 surgiram as primeiras grandes bandas de blues, de Sonny Boy Williamson e Big Bill Broonzy. E a partir de 1942 o blues sofre sua primeira grande "revolução" interna com o soar das primeiras notas eletrificadas do legendário guitarrista T-Bone Walker. Certamente é deste nome que remonta as origens do formato consagrado do blues moderno, baseado na repetição 12 compassos da melodia base e com o solo totalmente livre do acompanhamento, (ou seja, o puro improviso) o que não ocorria até então já que o solista era na maioria dos casos também o responsável pelo parte rítmica instrumental. O que certamente tornou possível a T-Bone Walker ser o precursor do estilo clássico moderno do blues foram suas raízes no Jazz, que posteriormente imortalizariam a marca de seu Blues. Com a explosão do blues em Chicago e o advento da eletricidade na música, o blues atingiu um patamar novo, deixando de ser restrito a um pequeno grupo, para se tornar cultura popular no sul dos Estados Unidos.
Postado por: Alessandro, Aline, Eristelma, Katharine, Marcos e Weslley
"A maior covardia de um homem é despertar o amor de uma mulher sem ter a intenção de amá-la."
"Dificil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se mais ama. Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer"
"As Vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa... e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!"
Públicado por : Celiane Marques, Tais Nascimento, Júlio da Conceição, Lucas Alex e Jéssica Cerqueira
Reggaeé um gênero musical desenvolvido originalmente na Jamaica do fim da década de 1960. Embora por vezes seja usado num sentido mais amplo para se referir à maior parte dos tipos de música jamaicana, o termo reggae indica mais especificamente um tipo particular de música que se originou do desenvolvimento do ska e do rocksteady.
Componentes: Taís Nascimento, Celiane Marques, Lucas Alex, Júlio da Conceição e Jéssica Cerqueira.